Competição Longa-metragem

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Pela Janela

Caroline Leone – Brasil | Argentina, 2017, 84 min.

O filme conta a história de Rosália, uma operária de 65 anos que dedicou a vida ao trabalho em um fábrica de reatores da periferia de São Paulo. Ela é demitida, e, deprimida, é consolada pelo irmão José, que resolve levá-la junto com ele em uma viagem de carro até Buenos Aires. Na viagem, Rosália vê pela primeira vez um mundo desconhecido e distante de sua vida cotidiana, começando uma jornada que sutilmente transformará uma parte essencial dela mesma.

FICHA TÉCNICA

Roteiro e direção: Caroline Leone

Produção: Dezenove Som e Imagens (Brasil)/Sara Silveira e Maria Ionescu

Co-Produção: Rizoma Films(Argentina)/Hernán Musaluppi e Natacha Cervi

Produção Executiva: Maria Ionescu (Brasil) e Georgina Baisch (Argentina)

Direção de Fotografia: Claudio Leone

Montagem: Anita Remón (Argentina) e Caroline Leone

Direção de Arte: Juan Giribaldi (Argentina)

Figurinista: Cassio Brasil (Brasil) e Julieta Gantov (Argentina)

Direção de Produção: Cristina Alves

Diretor de Som: Martin Grignaschi (Argentina)

Som Técnico: Federico Billordo (Argentina)

Elenco Principal: Magali Biff (Rosália) e Cacá Amaral (José)

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Caroline Leone escreveu e dirigiu dois premiados curtas-metragens. Paralelamente aos seus trabalhos como diretora e roteirista, atua também como montadora. Seu primeiro curta, Dalva, viajou por mais de 20 festivais internacionais, além de ter conquistado prêmios como Melhor Filme Latino Americano no Festival Internacional de Bilbao e o Prêmio Revelação no Festival Internacional de São Paulo. Seu segundo curta Joyce, repetiu o sucesso do filme anterior, e participou de mais de 30 festivais, recebendo o prêmio de Melhor Filme de Curta-Metragem no Festival do Rio, entre outros.

 

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O Nó do Diabo

Ramon Porto Mota / Gabriel Martins / Ian Abé / Jhésus Tribuzi -2017, Paraíba-Brasil, 128 min

Cinco contos de horror. Uma fazenda tomada por horrores há mais de duzentos anos. Cinco encontros com a morte. Um nó que não se desata.

FICHA TÉCNICA

PRODUZIDO POR
Ramon Porto Mota
Ian Abé
Mariah Benaglia
Lucas Guimarães Salgado
Fabiano Raposo
Jhésus Tribuzi

PRODUÇÃO EXECUTIVA
Ramon Porto Mota
Lucas Guimarães Salgado

DIREÇÃO DE PRODUÇÃO
Mariah Benaglia
Carine Fiuza

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
Leonardo Feliciano

DIREÇÃO DE ARTE
Manoele Scortegagna

MONTAGEM
Daniel Bandeira

MÚSICA
Daniel Jesi
Rieg Rodig
Carlos Montenegro
Claudio N
Luiz Pessoa
Vito Quintans

SOM DIRETO
Bruno Alves

DESENHO DE SOM
Catarina Apolonio
Raul Arthuso

MIXAGEM
Gera Vieira

PRODUTOR DE ARTE
Caio Cagliani

PRODUTOR LOCAL – ALAGOA GRANDE
Allan Marcus Gomes Cavalcante

PRODUTOR LOCAL – PILAR
Felipe Martins

PRODUTOR LOCAL – APODI
Antônio César de Lima Pereira Filho

Diretores

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Ramon Porto iniciou sua vida no cinema como cineclubista, fundou o Cineclube Mario Peixoto, onde foi organizador e programador entre 2008 e 2009, época em que foi também organizador e programador do Cineclube Machado Bittencourt. Foi editor e redator da A Margem entre 2008 e 2009, revista publicada pela UEPB e focada no cinema paraibano. Fundou a empresa Vermelho Profundo em 2013, onde trabalha como produtor, diretor, roteirista e montador. Desde então vem desenvolvendo vários projetos, desde curtas e longa metragens, até séries para TV – em 2013 venceu o concurso de seriados de ficção NETLABTV promovido pela NET e Casa Redonda com o projeto Voragem. Dirigiu os curtas O Hóspede [2011] e O Desejo do Morto [2013]. Foi produtor, montador e roteirista de vários outros projetos, incluindo Mais Denso Que Sangue (produtor/montador), O Matador de Ratos (montador) e o longa metragem Batguano (produtor), lançado nos cinemas em 2015. Nesse mesmo ano foi curador da sessão Dark Side do 26º Festival Internacional de Curtas Metragens de São Paulo. Atualmente finaliza o longa metragem A Noite Amarela (diretor/produtor).

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Jhésus Tribuzi é formado em Arte e Mídia, pela UFCG (Universidade Federal de Campina Grande), foi cineclubista – participando da organização dos cineclubes Machado Bitencourt e Mario Peixoto – bem como um dos editores da revista sobre cinema A Margem. Formou, junto com alguns amigos, a empresa Vermelho Profundo, especializada em produções audiovisuais, onde trabalha como roteirista, diretor e fotógrafo. No seu currículo destacam-se “O Hóspede”, “Mais denso que sangue”, “Os mortos”, “O desejo do morto” e “O Nó do Diabo”. Também é autor publicado, tendo participado do livro de contos “O demônio de cada um”, publicado pela editora Penalux em 2016; e do livro de ensaios “Diacronia: Ensaios de comunicação, cultura e ficção científica”, publicado pela Marca de Fantasia em 2015.

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Ian Abé Santiago Maffioletti formou-se em Arte e Mídia pela Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) em 2011, com especialização na área de Cinema e Vídeo. Desenvolveu curta-metragem ficção “Cova Aberta” como projeto final de curso. Participou como membro do cineclube Machado Bittencourt entre 2007 e 2008 e do Cineclube Mário Peixoto de 2007 a 2011. Trabalhou como editor de imagens e articulista do jornal A Margem da UEPB entre 2007 e 2008. Trabalha com cinema desde a universidade, tendo exercido funções como assistente de fotografia, assistente de arte, assistente de direção, assistente de produção, continuísta, diretor e roteirista. É sócio da empresa Vermelho Profundo. No seu currículo se destacam os curtas metragens Mais Denso que Sangue, Cova Aberta e Não Tão Longe (é roteirista e diretor dos três filmes), além do média metragem O Desejo do Morto e do longa Batguano (no qual foi diretor assistente de ambos).

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Gabriel Martins é sócio fundador da produtora Filmes de Plástico. Atua como roteirista, fotógrafo, diretor e montador em diversos meios do cinema brasileiro. Desde 2005, escreveu e dirigiu 12 curtas-metragens, tendo como destaque Contagem (exibido em mais de 10 festivais e ganhador de 7 prêmios, entre eles Melhor Direção no Festival de Brasília e de Vitória de 2010), Dona Sônia pediu uma arma ao seu vizinho Alcides (Premiado no Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, Janela Internacional de Cinema de Recife e exibido no Festival de Rotterdam e no Festival de Clermont-Ferrand, entre outros), Meu Amigo Mineiro, no qual é co-diretor e diretor de fotografia (melhor curta-metragem na 16ª Mostra de Cinema de Tiradentes e em outros vários festivais como o Vitória Cine Vídeo, o Festival Internacional de Curtas de Belo Horizonte, o Janela de Cinema do Recife e outros mais) e Rapsódia para o Homem Negro (melhor filme nos Festival Guarnicê de Cinema, no festival de Anápolis e no Grande Prêmio do Cinema Brasileiro, prêmio Canal Brasil no Festival de Brasília dentre vários outros). Seu último curta, “Nada”, foi selecionado para a Quinzena dos Realizadores do Festival de Cannes em 2017.

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Legalize Já!

Johnny Araújo e Gustavo Bonafé (FIC, 2017, 1h27)

Como o encontro entre dois jovens, que vendiam camisetas e fitas cassete no centro do Rio de Janeiro para se sustentarem, pode dar origem a uma das bandas mais populares do Brasil na década de 1990? “Anjo da Lapa” narra esse momento transformador na vida de Marcelo – futuramente, conhecido como Marcelo D2 – e Skunk, que culminou na formação do Planet Hemp. Reprimidos por uma sociedade preconceituosa, os dois fizeram da música um grito de alerta e de resistência, conquistando corações e mentes de toda uma geração.

FICHA TÉCNICA

Roteiro: Felipe Braga

Empresa Co-Produtora: RIOFilme, TELECINE

Produção: Paulo Roberto Schmidt

Fotografia: Pedro Cardillo, ABC

Montagem: Marcelo Junqueira

Direção de Arte: Joana Mureb

Edição de Som: Roberto Ferraz; André Tadeu

Música: Mauro Berman; Lourenço Monteiro; Marcelo D2

Figurino: Joanna Ribas

Elenco:

  1. Renato Góes (Marcelo D2);
  2. Ícaro Silva (Skunk);
  3. Marina Provenzzano (Sônia);
  4. Stepan Nercessian (Dark);
  5. Rafaela Mandelli (Suzana)

Diretor

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Johnny Araújo dirige, desde 2006, filmes e séries para canais como HBO, GNT e Multishow. É um dos diretores de videoclipes mais premiados no Video Music Brasil (VMB), da MTV, e também premiado diretor de filmes publicitários, reconhecido pelo Anuário do Clube de Criação, Clio Awards e Festival de Nova York. Gustavo Bonafé trabalhou com assistência de direção em filmes publicitários e videoclipes por dez anos. Também foi assistente de direção no filme “O Magnata” e nas séries de TV “Alice” e “Destino SP” (HBO), e diretor-assistente em “E aí comeu? ” (Multishow).

Antes do fim cristiano

Antes do Fim

Cristiano Burlan (FIC, 2017, 1h25)

Jean sente-se preso na lógica de longevidade e decide planejar sua morte conscientemente. Para isso, ele convida Helena para um suicídio a dois, e mesmo hesitante, ela o ajuda em seus planos. Juntos, eles prepararão todos os detalhes para o funeral. Agora, ele segue em direção à morte enquanto ela segue ensaia sua vida e os dois se darão conta de que antes do fim, ainda há uma vida inteira.

ELENCO

Helena Ignez

Jean-Claude Bernardet

Ana Carolina Marinho

Henrique Zanoni

Rodrigo Sanches

André Gatti

Edson Ferreira

 

Produção: Henrique Zanoni e Cristiano Burlan

Roteiro: Ana Carolina Marinho e Cristiano Burlan

Produção Executiva: Priscila Portella

Direção de Fotografia: Helder Martins

Montagem: Renato Maia e Cristiano Burlan

Desenho de som: Edson Secco

Edição de som: Julia Teles

Estúdio de mixagem: SONIDERIA

Finalização de imagem e cor: Lucas Negrão

Estúdio de pós-produção: Anti-Glitch Foundation

Som Direto: Gustavo Canovas e Valney Damacena

Assistência de Direção: Emily Hozokawa

Assistência de Produção Executiva: Etrus Pedrosa

Foto Still: Marina de Almeida Prado

Fotografia Adicional: Renato Maia e Cristiano Burlan

Produção de SET: Amanda Bortolo

Direção de Arte: Tiago Marchesano

Figurino: Lucas Navarro e Paula Navarro

Composição e execução: Edson Secco

Editora: SONIDERIA

Diretor

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Cristiano Burlan é diretor de cinema e teatro e professor. Sua filmografia contém mais de 20 filmes, entre documentários e ficções. Seu documentário “Mataram meu irmão” foi o vencedor do É Tudo Verdade 2013, angariando os prêmios de Melhor Filme do Júri Oficial e da Crítica, do 40º Festival SESC de Melhores Filmes como Melhor Documentário do Ano e do Prêmio do Governador do Estado de São Paulo como Melhor Filme. Atualmente está em pós-produção do documentário “Elegia de um Crime”, sobre o assassinato de sua mãe, que encerra a sua Trilogia do Luto, junto com os documentários “Mataram meu irmão” e “Construção”. Realizou também os docs “Estopô Balaio”, “Sermão dos Peixes” e “O homem da Cabine”. Dirigiu a Tetralogia em Preto e Branco composta por quatro longas de ficção sobre a cidade de São Paulo, “Sinfonia De Um Homem Só”, “Amador”, “Hamlet” e “Fome” (premiado no 48º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro). Em 2016, escreveu o roteiro do longa-metragem “A mãe”, que foi selecionado para o 7º Brasil CineMundi – International Coproduction Meeting e ganhou o prêmio de coprodução internacional para participar do Cinélatino, Rencontres de Toulouse – FRANCE. Está em finalização do seu último longa-metragem “O projecionista”.

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Açúcar

Renata Pinheiro e Sérgio Oliveira (FIC, 2017, 1h28)

Bethania retorna às suas terras onde uma vez funcionou um antigo engenho de açúcar da sua família, o Engenho Wanderley. Entre lembranças, criaturas fantásticas, contas a pagar e trabalhadores reivindicando seus direitos, Bethania enfrenta a si mesma em um presente onde passado e futuro são ambos ameaçadores.

FICHA TÉCNICA

Direção: Renata Pinheiro e Sergio Oliveira

Roteiristas: Renata Pinheiro e Sergio Oliveira

Produção Executiva: Leticia Friedrich / Lourenço Sant’Anna / Sergio Oliveira

Direção De Fotografia: Fernando Lockett

Direção De Arte: Renata Pinheiro

Montagem: Adelina Bichis

Elenco Principal: Maeve Jinkings

Elenco Coadjuvante: Magali Biff, Dandara de Morais, Zé Maria.

Som: Manuel De Andrés

Trilha Original: Guile Martins

Escore Musical: Sergio Oliveira

Música: Caetano Veloso, Agepê e Outros

Figurino: Christiana Garrido

Produção: Aroma Filmes

Co Produção: Boulevard Filmes, Canal Curta, Sinapse.

Distribuição: Boulevard Filmes

 

DIRETORES

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Renata Pinheiro, graduada em Artes Visuais, tem como característica de suas obras cinematográficas a construção visual como um dos principais elementos da construção da narrativa. Seu primeiro longa, Amor, Plástico e Barulho foi selecionado para o IndieLisboa (2014) é vencedor de mais de 15 prêmios, entre eles Melhor Atriz, Melhor Atriz Coadjuvante e Melhor Direção de Arte no Festival de Brasília (2013) e Melhor filme no festival Brafftv, Melhor filme pela ABRACINE, entre outros. Superbarroco, seu primeiro curta, foi selecionado para a Quinzaine des Réalisateurs – Cannes (2009) e ganhou mais de 30 prêmios ao longo de sua carreira. Assina também a direção de arte do filme Zama da diretora argentina Lucrecia Martel.

Sergio Oliveira iniciou sua carreira já nos anos 90, é diretor e roteirista de diversos projetos. Seu documentário Super Orquestra Arcoverdense de Ritmos Americanos ganhou Melhor Direção e Melhor Fotografia no Festival Internacional do Rio (2016). Juntos os diretores Renata Pinheiro e Sergio Oliveira co dirigiram e co roteirizaram o longa metragem documentário Estradeiros, ganhador do Prêmio de Melhor Filme na Semana dos Realizadores (RJ – 2011) e do Prêmio de Contribuição Artística no Festival Internacional Olhar de Cinema, Curitiba, 2011. E o curta metragem documentário Praça Walt Disney que teve sua estreia internacional no Festival de Locarno (2011) e recebeu ao longo da sua carreira mais de 45 prêmios.

Abaixo a Gravidade 1

Abaixo a Gravidade

Edgard Navarro (FIC, 2017, 1h49)

Afeito a coisas simples aprendidas em muitos anos de vida solitária no campo, Bené revela-se suscetível às flechas erráticas de Cupido, tornando-se presa fácil de uma paixão temporã que o trará de volta à cidade grande.

FICHA TÉCNICA

ELENCO:

Everaldo Pontes

Rita Carelli

Bertrand Duarte

Fábio Vidal

Ramon Vane

Produção Executiva: Sylvia Abreu

Direção De Produção: Taissa Grisi

Direção De Fotografia: Hamilton Oliveira

Direção De Arte: Moacyr Gramacho

Figurino: Diana Moreira

Som: Nicolas Hallet

Música Original e Trilha Sonora: Tuzé De Abreu, André T.

Montage: Cristina Amaral

Desenho De Som Caetano Cotrim De Blasiis , Eric Ribeiro Christani

Mixagem: Eric Ribeiro Christani

Supervisão De Pós-produção: José Augusto De Blasiis

Diretor

Edgard Navarro

Edgard Navarro nasceu na Bahia e iniciou-se no cinema com a realização de curtas em Super8. Seus filmes trazem a marca da irreverência e de um humor iconoclasta, provocativo. Ao longo dos anos realizou filmes premiados como: Superoutro, 1989, melhor filme no Festival de Gramado, considerado pela crítica como um dos 100 melhores filmes brasileiro de todos os tempos. Eu me lembro, 2005, recebeu sete prêmios no Festival de Brasília, incluindo melhor filme, melhor diretor, melhor roteiro e prêmio especial da crítica. Exibido em competição no Montreal Film Festival; Festival de Cine de Bogotá; Cairo International Film Festival (Horizons of Latin América); Palm Springs International Film Festival; Sofia International Film Festival; Chicago Latino Film Festival; 19ème Rencontres Cinemas D’Amerique Latine de Toulouse. O Homem não Dormia (o homem que não conseguia dormir), 2012, Festival de Cinema de Brasília; melhor direção no SESC Melhores Filmes.

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