Curta-Metragem

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Cumieira – Diego Benevides  (13′ – Documentário – João Pessoa PB – 2015)

O operário, a obra, e a busca por recompensa.

Diego Benevides é Paraibano, nascido em João Pessoa, formou-se em Comunicação Social (UFPB), trabalha como diretor, fotógrafo e montador. Dirigiu os curtas O Guardador – 2007, Família Vidal – 2010, A Queima – 2013 e Cumieira – 2015, premiados e exibidos no Brasil e no exterior.

O Bailarino – Lipe Canêdo (13′ – Documentário – Braga-POR/Belo Horizonte-MG – 2015)

No tradicional norte de Portugal, homem de origem lusitana nascido em Moçambique dança ballet em bares e locais públicos. Ele começou a dançar depois dos 40, para resolver problemas de coluna, mas passou a ver sua arte como uma maneira de desafiar as mentalidades locais.

 

Lipe Canêdo é jornalista, mestre em audiovisual pela Universidade do Minho, e músico amador. Foi repórter do jornal Estado de Minas. Integra a comissão organizadora do Festival de História de Diamantina (fHist).

Sala de Reboco : A história de Zé Marcolino – Ana Célia Gomes (20’ – Documentário – Sumé-PB  – 2015)

A trajetória do poeta e compositor paraibano Zé Marcolino, que levou através da música suas raízes. Versos fortes que marcaram a história e que foram imortalizados na voz do Rei do Baião.

Ana Célia Gomes é graduada em Comunicação Social pela Universidade Estadual da Paraíba. Participou de Curso de Extensão Produção em Documentário e Ficção e Curso de Extensão Formação de Gestores Culturais. É Produtora no Curta Taquary – Festival Internacional de Curta-Metragem. Foi Produtora no Comunicurtas – Festival Audiovisual de Campina Grande; e no Seminário Os Festejos Juninos no Contexto da Folkcomunicação e da Cultura Popular. Trabalhou em diversos curtas e longas metragens como assistente de direção e de produção, produtora, roteirista e diretora.

Sexta-feira – Gian Orsini (11’ – Documentário – João Pessoa PB – 2015)

Vês estas suntuosas construções? Pois aqui não restará pedra sobre pedra.

Gian Orsini é diretor e roteirista, com atuação polivalente na área audiovisual, tendo participado de vários filmes paraibanos também como Diretor-Assistente, Diretor de Fotografia e Técnico de Som Direto. Escreveu e dirigiu diversos curtas como ‘A Coisa’, ‘Irmãs’ e ‘Catástrofe’. Atualmente integra como discente o Programa de Pós-Graduação em Comunicação na Universidade Federal Fluminense.

Aquela Rua Tão Triumpho – Gabriel Carneiro (15′ – Ficção – São Paulo-SP – 2016)

Os fantasmas da Boca do Lixo. Ido Oliveira ainda caminha pela Rua do Triumpho.

Gabriel Carneiro é jornalista, cineasta, crítico e pesquisador de cinema, mestre em Multimeios pela Unicamp. Sócio fundador da ABRACCINE – Associação Brasileira de Críticos de Cinema, atualmente, escreve para a Revista de CINEMA, entre outros. Como diretor e roteirista, realizou os curtas Morte e Morte de Johnny Zombie (2011), Batchan (2013) e Aquela Rua Tão Triumpho (2016).

Lá do Alto – Luciano Vidigal (8′ – Ficção – Rio de Janeiro-RJ – 2015)

Como cessar a dor silenciosa de uma criança que sente saudades de uma avó que morreu? 

Luciano Vidigal é ator e professor de teatro do Grupo Nós do Morro. Roteirizou e dirigiu um dos episódios do longa 5x Favela (Seleção Oficial Festival de Cannes, 2010), os longas documentários “Copa Vidigal” , “5x Pacificação” e “Cidade de Deus 10 anos depois”. Atuou em  25 filmes e trabalhou na pesquisa de elenco do filme do ”Cidade de Deus” de Fernando Meireles.

Noite Púrpura – Caroline Biagi (18′ – Ficção – Curitiba-PR – 2016)

Enquanto uma festa de Carnaval acontece na sala, Lú entra no quarto da mãe procurando linha e agulha para costurar a alça da blusa de Tati.

Caroline Biagi é formada em Cinema e Vídeo e Jornalismo, e trabalha como diretora, roteirista e produtora desde 2010. Roteirizou e dirigiu os curtas metragens “Agosto”, “Partida”, “O fim do verão” e “Noite Púrpura”. Atualmente, está em pré-produção de seu próximo curta-metragem “Brasil x Holanda”, que recebeu menção honrosa pela participação no Laboratório de Projetos do festival Curta Cinema 2013. 

O Homem Que Virou Armário  – Marcelo Ikeda (20’ – Ficção – Fortaleza-CE – 2016)

Um funcionário que, de tão obcecado pelas tarefas rotineiras e mecânicas de seu ambiente de trabalho, um dia acaba se transformando num dos armários da repartição.

Marcelo Ikeda é professor do Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Federal do Ceará (UFC). Mestre em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF). Curador da Mostra do Filme Livre. Crítico de cinema, mantém o site www.cinecasulofilia.blogspot.com. Autor dos livros “Cinema de garagem” (com Dellani Lima, 2011), “Cinecasulofilia” (2014) e “Cinema brasileiro a partir da retomada: aspectos econômicos e políticos” (2015). Roteirista, produtor e diretor de diversos curtas.

Paranóico – Elvis de Sá (6’ – Ficção – São Gonçalo-RJ – 2016)

Vivendo uma vida solitária, um jovem percebe que está sendo seguido há dias por um estranho sujeito.

Elvis de Sá – Roteirista e diretor amador iniciante. Paranóico é seu segundo trabalho. Em 2015 já havia feito O Andarilho.

Quando Parei de Me Preocupar com Canalhas – Tiago Vieira (15’ – Ficção – São Paulo-SP/Goiânia-GO – 2015)

João Carlos se acha politizado, mas começa a se dar conta de que vem se tornando tão chato quanto os taxistas da cidade. Enquanto esse fantasma o persegue e uma crise de relacionamento o leva ao fundo do poço, um surto de lucidez faz com que tome a decisão mais importante de sua vida. Se alienar.

Tiago Vieira é formado em comunicação social na Universidade Católica de Brasília. Em 2006, iniciou no audiovisual atuando em diversas funções nas principais produtoras do país; desde então já realizou diversas ficções e documentários.

Stanley – Paulo Roberto (19′ – Ficção – Nazarezinho-PB – 2016)

Quando eu tinha sete, oito anos… vi meu pai conversando com um amigo. Não entendia muito bem o que eles estavam falando… o que eu mais lembro era dos lábios mexendo. Fiquei com vontade de beijar a boca do amigo do meu pai!

 

Paulo Roberto descobriu-se realizador audiovisual em 2007, quando fez o curta documentário “La Traz da Serra”. Trabalha como consultor de roteiros de curtas e longas-metragens e também em projetos de telefilmes. É autor dos documentários “Contracorrente”, “Olhar Particular”, “Malha”, e da ficção “Stanley”. Atualmente está desenvolvendo o roteiro de longa-metragem de sua autoria, a ficção “Facção”.

Xavier – Ricky Mastro (13′ – Ficção – São Paulo-SP – 2016)

Nicolas começa a perceber que a atenção de seu filho Xavier, de 11 anos, não está mais só nas baquetas de sua bateria, mas se volta também para outros meninos.

Ricky Mastro escreveu e dirigiu mais de 10 curtas-metragens, exibidos em 200 festivais ao redor do mundo. Em Cannes, trabalhou para o Real Ideas Program entre 2010 e 2013. Em 2012, criou o RECIFEST (Festival de Cinema LGBT de Recife). Participou ainda do júri dos seguintes festivais: Queer Palm Cannes (2015), Image Out NY (2015), For Rainbow (Fortaleza – 2015). Atualmente mora em Toulouse, França, onde estuda na École Supérieure d’Audiovisuel (ESAV), trabalha como programador para o Festival des Images aux Mots e prepara seu primeiro longa-metragem, “Jogos de Mente”.

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