Sessão Especial

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Caramujo-Flor

Caramujo-Flor

Sinopse

Ensaio de ficção experimental que recria o universo artístico e existencial do poeta sul-matogrossense Manoel de Barros através das personas, Cabeludinho (Ney Matogrosso) e o Andarilho (Rubens Corrêa) que atravessam as duas paisagens seminais de sua obra: o pantanal e o mar.

 

Ficha Técnica:

Ano de Produção: 1988

Roteiro e Direção: Joel Pizzini

Argumento: Joel Pizzini e Sérgio Medeiros

Produção Executiva: Eliane Bandeira

Direção de Arte: Clóvis Bueno

Direção de Fotografia: Pedro Farkas

Montagem: Idê Lacreta

Trilha Sonora: Lívio Tragtenberg, RH Jackson e Tetê Espíndola.

Direção de Produção: Maria Ionescu e Moa Ramalho.

Edição de Som e Mixagem: Miriam Biderman

Assistente de Direção: Eliane Bandeira 

 

Elenco:

Ney Matogrosso, Rubens, Correa, Aracy Balabanian, Tetê Espíndola,

Almir Sater,  Participação Especial: Chacal, Geraldo Carneiro, Fausto Wolf, Antonio Houaiss e Emmanuel Marinho.

Rodado no Pantanal, Bonito, Rio de Janeiro e São Paulo, o filme reúne outras figuras da região, como os cantores e compositores, Almir Sáter, Tetê Espíndola e a atriz Aracy Balabanian.

 

Diretor:

Autor de ensaios documentais premiados internacionalmente como Caramujo-Flor (1988), Enigma de Um Dia(1996), Glauces (2001) e Dormente (2006), Joel Pizzini conquistou com 500 Almas (2004) e Anabazys (2009), além da seleção oficial no Festival de Veneza, os prêmios de Melhor Filme,Som, Fotografia, Especial do Júri, Montagem, nos Festivais do Rio, Mar Del Plata, e Brasília. Pizzini foi artista residente da Unicamp e do Fórum da Berlinale, no projeto Living Archive. Trabalhou como Curador da Restauração da obra de Glauber Rocha. Participou do projeto Artecidade e da Bienal de São Paulo, Mercosul com videoinstações e direção de performances. Diretor de Elogio da Graça (Grande Prêmio do Cinema Brasileiro) e Mr.Sganzerla, vencedor do Festival É Tudo Verdade (2010) e HBRFF em Los Angeles.  Dirigiu o filmensaio “Olho Nú” (sobre Ney Matogrosso), co-produzido pelo Canal Brasil, premiado como melhor filme do Festival In-Edit e  FestCine América do Sul e selecionado oficialmente para o Doc Lisboa, e Festivais de Havana, Guadalajara, FIPA (Biarritz).  Criou a instalação Ruído no Branco a convite da

Fundação Iberê Camargo (RS) e dirigiu “Mar de Fogo”, selecionado para a competição da Berlinale, (2015) e Mostra Internacional de São Paulo além de Elogio da Sombra selecionado exibido em Oberhausen.

Em 2017 dirigiu Rio da Dúvida, sobre a Expedição Rondon-Roosevelt e em 2021, o filmensaio Zimba, lançado no É Tudo Verdade. Atualmente realiza Depois do Trem.

 

 

 

 

 

 

 

 


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